O link: www.nutritotal.com.br/publicacoes/?acao=bu&id=1219&categoria=7
sábado, 22 de maio de 2010
Boas práticas
Manual publicado pelo Sebrae, sobre a aplicação de normas de boas práticas de higiene para o manuseio de alimentos.
O link: www.nutritotal.com.br/publicacoes/?acao=bu&id=1219&categoria=7
O link: www.nutritotal.com.br/publicacoes/?acao=bu&id=1219&categoria=7
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Plantas medicinais
Muito bom o manual que consta no site Nutritotal sobre plantas medicinais, com doses seguras, indicações, etc.
O link: www.nutritotal.com.br/tabelas/?acao=bu&id=118&categoria=2
O link: www.nutritotal.com.br/tabelas/?acao=bu&id=118&categoria=2
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Consumo de frutas no país é baixo

Embora seja um grande produtor mundial de frutas e hortaliças, com grande abundância de variedades nas diferentes regiões do país, o brasileiro ainda é um péssimo consumidor destes alimentos, priorizando outros de inferior valor nutricional, tais como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes.
O resultado deste hábito é o crescente número de obesos, com aumento do risco de diversas doenças relacionadas ao excesso de peso e sedentarismo, como as cardiovasculares.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário mínimo para um adulto deve ser de cinco porções, ou 400 gramas de frutas e legumes. No Brasil, a ingestão não chega a um terço destes valores. Segundo a mais recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3% das calorias totais ingeridas pela população.
No estudo, da amostra de cerca de 10 mil famílias, foram levantadas informações sobre o perfil de consumo e os determinantes do não-consumo. Segundo os pesquisadores, um dos motivos para o não consumo destes artigos é o preço dos alimentos. A falta de hábito e de tempo para o preparo também pesou na hora da escolha.
Um novo estudo sobre o tema já está sendo finalizado, e os valores não são nada animadores. Parece que o triste cenário encontrado nas últimas três décadas do século 20, em que houve um declínio no consumo de alimentos básicos, tais como cereais, frutas e hortaliças na cidade de São Paulo, deve se manter.
Diante deste futuro sombrio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outras instituições, desenvolve, desde 2007, um projeto para subsidiar ações em comunidades atendidas pelo Programa de Saúde da Família (PSF), para incentivar a população a consumir mais frutas, legumes e verduras.
O grupo elaborou, por exemplo, uma série de livretos e cartilhas, disponíveis gratuitamente no site da Embrapa, para incentivar o consumo de vegetais, com recomendações nutricionais, quantidades a serem ingeridas e dicas de receitas. O material é também voltado a profissionais das áreas de nutrição e educação, pois oferece sugestões de como trabalhar o tema para estimular a alimentação saudável.
Os textos seguem as diretrizes do Ministério da Saúde e orientam, entre outros aspectos, sobre o consumo de sal, gordura e açúcar, bem como alertam para a importância da prática regular de atividade física.
Fonte: Nutritotal
O resultado deste hábito é o crescente número de obesos, com aumento do risco de diversas doenças relacionadas ao excesso de peso e sedentarismo, como as cardiovasculares.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário mínimo para um adulto deve ser de cinco porções, ou 400 gramas de frutas e legumes. No Brasil, a ingestão não chega a um terço destes valores. Segundo a mais recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3% das calorias totais ingeridas pela população.
No estudo, da amostra de cerca de 10 mil famílias, foram levantadas informações sobre o perfil de consumo e os determinantes do não-consumo. Segundo os pesquisadores, um dos motivos para o não consumo destes artigos é o preço dos alimentos. A falta de hábito e de tempo para o preparo também pesou na hora da escolha.
Um novo estudo sobre o tema já está sendo finalizado, e os valores não são nada animadores. Parece que o triste cenário encontrado nas últimas três décadas do século 20, em que houve um declínio no consumo de alimentos básicos, tais como cereais, frutas e hortaliças na cidade de São Paulo, deve se manter.
Diante deste futuro sombrio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outras instituições, desenvolve, desde 2007, um projeto para subsidiar ações em comunidades atendidas pelo Programa de Saúde da Família (PSF), para incentivar a população a consumir mais frutas, legumes e verduras.
O grupo elaborou, por exemplo, uma série de livretos e cartilhas, disponíveis gratuitamente no site da Embrapa, para incentivar o consumo de vegetais, com recomendações nutricionais, quantidades a serem ingeridas e dicas de receitas. O material é também voltado a profissionais das áreas de nutrição e educação, pois oferece sugestões de como trabalhar o tema para estimular a alimentação saudável.
Os textos seguem as diretrizes do Ministério da Saúde e orientam, entre outros aspectos, sobre o consumo de sal, gordura e açúcar, bem como alertam para a importância da prática regular de atividade física.
Fonte: Nutritotal
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Páscoa: os benefícios e os cuidados com o chocolate!!

A Páscoa sempre renova uma questão: afinal, chocolate faz bem à saúde? Segundo a nutricionista Ana Harb, os chocolates escuros são os ricos em polifenois e, por isso, fazem bem à saúde. Já os chocolates os brancos não são. “Evidências de estudos epidemiológicos sugerem que uma dieta rica em alimentos de origem vegetal e rica em polifenois é inversamente associada ao risco de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas”, explica Ana. Perguntamos à nutricionista algumas dúvidas bastante frequentes nessa época. Confira:
Quais os benefícios do chocolate? Vários estudos têm demonstrado as propriedades antioxidantes do cacau e do chocolate. Sua ação promove a cardioproteção, inibindo a oxidação dos lipídios e neutralizando os radicais livres, protege o endotelio vascular pelo aumento da disponibilidade de óxido nítrico e mecanismos antitrombóticos. Outros estudos demonstram a redução da pressão arterial sistólica isolada e melhora a sensibilidade à insulina. Estas ações se dão pela qualidade das sub-classes de flavonóides representadas, principalmente, pelas epicatequinas, catequinas e seus oligômeros (procianidinas).
Quais são os prejuízo nos casos de consumo em excesso? Mesmo os chocolates ricos em cacau (de preferência maior de 70%), que têm poderes antioxidantes, se consumidos em excesso fornecem grandes quantidades de calorias. É preciso cuidado especialmente com chocolates ao leite e os brancos, porque eles têm uma grande quantidade de gordura saturada e de gordura trans.
Qual a quantidade recomendada por dia? Em torno de 20g seria suficiente. Atualmente, o mercado oferece barras pequenas de chocolate e cacau em porções em torno de 20g.
Quem não pode de jeito nenhum comer chocolate? Existem patologias em que as pessoas não podem comer chocolate como a intolerância à lactose, dislipidemias ou diabetes. Para quase todos os casos a indústria já tem alternativas, como o chocolate sem lactose, sem açúcar, etc. Há, também, outras alternativas, como alfarroba, que tem o propósito de substituir o chocolate.
E as crianças, podem comer? Nunca em demasia. É preciso muito cuidado nesta época de Páscoa pelo volume de chocolate que as crianças ganham.
Quais os cuidados para evitar os exageros na páscoa? Sugiro sempre quebrar os chocolates em pequenos pedaços e congelá-los para que não fiquem expostos aos olhos e, assim, não agucem a vontade exagerada de comer chocolate.
Com os devidos cuidados, aproveite a páscoa!
Perigos da ração humana

A ração humana, produto que virou moda entre os que gostam de incluir novidades na dieta, deve ser usada com cuidado, adverte a nutricionista Juliana Verzolla, especialista em nutrição funcional.
Quem quer perder peso pulando a etapa do exercício físico e da boca fechada não pode se enganar: o produto não é uma solução, nem um programa de emagrecimento. "A ração tem que ser misturada com leite ou suco. As fibras possuem muito açúcar e, em excesso, elas fazem mal", diz Juliana, que dá outra dica: muita gente está usando a ração de forma equivocada, substituindo refeições. "A ração alia produtos saudáveis, mas eles não se adaptam ao organismo de qualquer pessoa", diz Verzolla.
Outra nutricionista, Flávia Morais, especializada em produtos naturais, diz que o uso abusivo da ração, que pode ser comprada pronta ou com os ingredientes separados, implica numa série de riscos. "A ração só pode ser tomada uma vez ao dia e de preferência na parte da manhã. Essa mistura de cereais em pó pode trazer um sério risco à saúde, caso seja tomada sem orientação de um profissional", diz Flávia.
Ela descreve um possível quadro de problemas com o uso inadvertido da ração: "A pessoa pode ter distinção abdominal ou até mesmo constipação intestinal, já que o organismo de cada um funciona de uma forma diferente", explica a nutricionista.
Flávia explica que a ração não é a fórmula para o emagrecimento e as fibras misturadas inibem o apetite. Ela alerta que exercícios físicos e dieta balanceada são essenciais para ter um corpo bonito e saudável. "A ração não tem segredo, é só saber conciliar atividades físicas com a mistura em pó", explica.
Fonte: G1 Edição: Adara Gomes
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ração humana
sábado, 27 de março de 2010
Contagem de carboidratos
A Sociedade Brasileira de Diabetes publicou a terceira edição do Manual de Contagem de Carboidratos.
O documento contém tabelas e listas com alimentos típicos de cada região do Brasil. Tudo isso para aumentar as opções de escolha do paciente.
Link: www.diabetes.org.br/attachments/246_manual_oficial_contagem_carboidratos_2009.pdf
O documento contém tabelas e listas com alimentos típicos de cada região do Brasil. Tudo isso para aumentar as opções de escolha do paciente.
Link: www.diabetes.org.br/attachments/246_manual_oficial_contagem_carboidratos_2009.pdf
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doenças cardiovasculares,
nutrientes
sexta-feira, 26 de março de 2010
Suplementação de ferro em lactentes

Um estudo publicado na Revista de Saúde Pública, teve por objetivo avaliar a efetividade de esquemas, diário e semanal, de suplementação profilática de ferro medicamentoso na prevenção da anemia ferropriva em lactentes não anêmicos.
As crianças foram divididas em dois grupos de suplementação: dosagem diária recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (grupo 1, n=34) e dosagem semanal preconizada pelo Ministério da Saúde (grupo 2, n=69). As avaliações ocorreram no início do estudo e após seis meses, sendo realizadas dosagem de hemoglobina (ß-hemoglobinômetro portátil), avaliação antropométrica e dietética, e aplicação de questionário socioeconômico.
Nos resultados, os grupos se mostraram homogêneos quanto às variáveis socioeconômicas, biológicas e de saúde anteriores à intervenção. Após seis meses de suplementação, observaram-se maiores médias de hemoglobina no grupo 1 em relação ao grupo 2, além de menores prevalências de anemia Apenas o tempo de suplementação influenciou na anemia grave. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes para as variáveis adesão ao suplemento e efeitos adversos.
A dosagem diária recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria mostrou-se mais efetiva na prevenção da anemia em lactentes, quando comparada à dosagem utilizada pelo Ministério da Saúde. A dosagem semanal recomendada pelo programa do governo brasileiro precisa ser reavaliada para aumentar sua efetividade na prevenção de anemia em crianças atendidas em serviços públicos de saúde.
As crianças foram divididas em dois grupos de suplementação: dosagem diária recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (grupo 1, n=34) e dosagem semanal preconizada pelo Ministério da Saúde (grupo 2, n=69). As avaliações ocorreram no início do estudo e após seis meses, sendo realizadas dosagem de hemoglobina (ß-hemoglobinômetro portátil), avaliação antropométrica e dietética, e aplicação de questionário socioeconômico.
Nos resultados, os grupos se mostraram homogêneos quanto às variáveis socioeconômicas, biológicas e de saúde anteriores à intervenção. Após seis meses de suplementação, observaram-se maiores médias de hemoglobina no grupo 1 em relação ao grupo 2, além de menores prevalências de anemia Apenas o tempo de suplementação influenciou na anemia grave. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes para as variáveis adesão ao suplemento e efeitos adversos.
A dosagem diária recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria mostrou-se mais efetiva na prevenção da anemia em lactentes, quando comparada à dosagem utilizada pelo Ministério da Saúde. A dosagem semanal recomendada pelo programa do governo brasileiro precisa ser reavaliada para aumentar sua efetividade na prevenção de anemia em crianças atendidas em serviços públicos de saúde.
terça-feira, 23 de março de 2010
Alimentos que ameaçam a saúde do consumidor

Brasília - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prepara uma portaria, que deve sair em meados de abril, com normas para a inclusão de mensagens de advertência, no caso de ALIMENTOS que possam ameaçar a saúde do consumidor. As frases serão incluídas na propaganda veiculada nos meios de comunicação e no material de publicidade disponível nos pontos de venda.
A ideia é alertar os consumidores para o risco do consumo excessivo de alguns ALIMENTOS e a associação entre a composição do produto e doenças, como por exemplo: bebidas açucaradas e OBESIDADE; gorduras saturadas e diabetes tipo 2; GORDURA TRANS e doenças cardiovasculares; gordura de origem animal e câncer; açúcar livre e cárie.
Segundo a chefe da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda da Anvisa, Ana Paula Dutra Maffera, a intenção do governo é "prover o consumidor das informações necessárias para fazer a escolha conscientemente".
Ana Paulo acrescentou que as frases serão úteis para os adultos que pretendem cuidar de sua saúde e para a formação de hábitos alimentares das crianças.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de ALIMENTOS DIETéticos e para Fins Especiais (Abiad), Carlos Eduardo Gouveia, considera importante a escolha das palavras que constarão dessas frases.
"Toda comunicação que não for bem feita pode gerar confusão em vez de informação", alerta. Ele lembrou que "o vilão" não é o alimento. "O vilão pode ser o excesso do consumo, a falta de prática esportiva, a falta de equilíbrio na vida".
A veiculação das frases é a primeira parte da regulamentação que a Anvisa tenta estabelecer desde 2006 sobre a publicidade de ALIMENTOS, quando fez a primeira consulta pública sobre o assunto. A outra parte trata da restrição à publicidade infantil, que sofre resistência das associações de propaganda e de emissoras de rádio e TV, e não será decidida por enquanto.
No mercado e na sociedade civil há quem considere que a Anvisa "recuou" na intenção de regulamentar a propaganda para o público infantil. É o que lamenta Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia e do Fórum Nacional de Democratização da Comunicação.
Para a psicóloga é importante restringir a publicidade infantil porque as crianças não têm desenvolvido a distinção clara entre o "princípio da realidade" que precisa ser ensinado e o "princípio do prazer" que exige uma satisfação imediata e pode acarretar problemas como de consumo excessivo de ALIMENTOS.
Ana Paula Maffera defende o desdobramento da regulamentação, o que evitará recursos judiciais para anular a portaria da Anvisa. "Não adianta a gente publicar um regulamento suscetível a um mandado de segurança ou a uma liminar de um dos setores que não fique satisfeito".
Ainda que desdobrada, a regulamentação poderá ser questionada judicialmente. "Não compete de maneira alguma à Anvisa regulamentar por via de portaria o que pode e não pode ser veiculado por meio de propaganda", diz o diretor jurídico da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), Rodolfo Machado Moura. Segundo ele, há parecer da Advocacia Geral da União (AGU) esclarecendo que Anvisa não pode regulamentar propaganda.
De acordo com dados apresentados pela Anvisa em audiência pública no Senado Federal em novembro de 2009, mais de 47% dos homens brasileiros e cerca de 40% das mulheres tem excesso de peso; 13% são consideradas obesas. Além da OBESIDADE, a má ALIMENTAÇÃO pode causar diabetes (que aflige a 5% dos brasileiros) e HIPERTENSÃO arterial (23% de incidência). Essas doenças crônicas como essas são responsáveis por quase 70% dos gastos com atenção à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: CFN
A ideia é alertar os consumidores para o risco do consumo excessivo de alguns ALIMENTOS e a associação entre a composição do produto e doenças, como por exemplo: bebidas açucaradas e OBESIDADE; gorduras saturadas e diabetes tipo 2; GORDURA TRANS e doenças cardiovasculares; gordura de origem animal e câncer; açúcar livre e cárie.
Segundo a chefe da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda da Anvisa, Ana Paula Dutra Maffera, a intenção do governo é "prover o consumidor das informações necessárias para fazer a escolha conscientemente".
Ana Paulo acrescentou que as frases serão úteis para os adultos que pretendem cuidar de sua saúde e para a formação de hábitos alimentares das crianças.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de ALIMENTOS DIETéticos e para Fins Especiais (Abiad), Carlos Eduardo Gouveia, considera importante a escolha das palavras que constarão dessas frases.
"Toda comunicação que não for bem feita pode gerar confusão em vez de informação", alerta. Ele lembrou que "o vilão" não é o alimento. "O vilão pode ser o excesso do consumo, a falta de prática esportiva, a falta de equilíbrio na vida".
A veiculação das frases é a primeira parte da regulamentação que a Anvisa tenta estabelecer desde 2006 sobre a publicidade de ALIMENTOS, quando fez a primeira consulta pública sobre o assunto. A outra parte trata da restrição à publicidade infantil, que sofre resistência das associações de propaganda e de emissoras de rádio e TV, e não será decidida por enquanto.
No mercado e na sociedade civil há quem considere que a Anvisa "recuou" na intenção de regulamentar a propaganda para o público infantil. É o que lamenta Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia e do Fórum Nacional de Democratização da Comunicação.
Para a psicóloga é importante restringir a publicidade infantil porque as crianças não têm desenvolvido a distinção clara entre o "princípio da realidade" que precisa ser ensinado e o "princípio do prazer" que exige uma satisfação imediata e pode acarretar problemas como de consumo excessivo de ALIMENTOS.
Ana Paula Maffera defende o desdobramento da regulamentação, o que evitará recursos judiciais para anular a portaria da Anvisa. "Não adianta a gente publicar um regulamento suscetível a um mandado de segurança ou a uma liminar de um dos setores que não fique satisfeito".
Ainda que desdobrada, a regulamentação poderá ser questionada judicialmente. "Não compete de maneira alguma à Anvisa regulamentar por via de portaria o que pode e não pode ser veiculado por meio de propaganda", diz o diretor jurídico da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), Rodolfo Machado Moura. Segundo ele, há parecer da Advocacia Geral da União (AGU) esclarecendo que Anvisa não pode regulamentar propaganda.
De acordo com dados apresentados pela Anvisa em audiência pública no Senado Federal em novembro de 2009, mais de 47% dos homens brasileiros e cerca de 40% das mulheres tem excesso de peso; 13% são consideradas obesas. Além da OBESIDADE, a má ALIMENTAÇÃO pode causar diabetes (que aflige a 5% dos brasileiros) e HIPERTENSÃO arterial (23% de incidência). Essas doenças crônicas como essas são responsáveis por quase 70% dos gastos com atenção à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: CFN
quinta-feira, 18 de março de 2010
Quinoa

A quinoa é um grão com inúmeras vantagens nutricionais: é rica em proteína (23%), tem vitaminas A, B1, B6 e minerais como ferro, fósforo e cálcio, além de ser boa fonte de fibras que controlam o funcionamento intestinal, melhoram a absorção de colesterol e de glicose e contribuem para garantir a sensação de saciedade.
Existem diversos tipos de grão, sendo que muitos estudos indicam que a quinoa branca é a mais completa em termos de composição, de acordo com Elaine Martins Bento, presidente da Associação Paulista de NUTRIÇÃO. "O farelo de quinoa pode estar presente em saladas e iogurtes. Também pode ser adicionado a receitas de pães, barras de cereal, macarrão, vitaminas, bolos e mingaus. Se for cozido da mesma forma que o arroz, com a mesma proporção de água, também pode substituí-lo", ensina.
Quanto às formas de apresentação, os grãos preservam melhor os nutrientes, mas os flocos são mais práticos, já que estão prontos para o consumo. No café da manhã, duas colheres (sopa) podem acompanhar frutas, leite e iogurte. "Nessa quantidade, a quinoa não interfere na DIETA", afirma.
A NUTRICIONISTA adverte, no entanto, que ela não substitui a linhaça -que tem ação analgésica e anti-inflamatória.
Fonte: CFN
terça-feira, 16 de março de 2010

Cientistas americanos divulgaram novos benefícios que a vitamina D pode trazer à saúde.
Ela é encontrada em ovos, cereais, leite, peixes e faz um bem danado. A ciência já comprovou que com a vitamina D os ossos ficam mais fortes. E sem ela há indícios de que ficam maiores os riscos de câncer, diabetes, tuberculose e esclerose múltipla.
A novidade é que essa vitamina pode ajudar a evitar males que mais matam pessoas no mundo. Num estudo divulgado nesta segunda, cientistas americanos acompanharam mais de 30 mil pessoas durante um ano.
E aqueles que aumentaram o nível de vitamina D no organismo passaram a ter menos hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, infartos.
Além de ser ingerida, a vitamina D pode ser também produzida pelo nosso organismo quando entramos em contato com o sol. Não é o caso desta segunda, em Nova York, com o dia nublado. Mas ficar exposto aos raios solares para buscar a vitamina D é arriscado. Sem a devida proteção, podemos ter outros problemas, como câncer de pele.

A doutora Nieca Goldberg, da universidade de Nova York, recomenda aos pacientes com deficiência da vitamina o consumo de suplementos encontrados nas farmácias ou nos alimentos. Mas sempre com orientação médica.
Vitamina D demais provoca náusea, vômito, confusão mental. O melhor é, de vez em quando, fazer exames para ver como anda o nível da vitamina D no sangue. Até porque a medicina ainda não tem certeza de todos os benefícios da vitamina D.
"São estudos recentes, com resultados promissores", diz a médica. "Mas nós ainda não podemos dizer com certeza que esta é uma pílula mágica".
Fonte: Jornal Nacional
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