terça-feira, 8 de setembro de 2009

Diabetes e Alimentos Diet e Light


Um estudo feito na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, com 120 pacientes com diabetes tipo 2 indica que, apesar de consumir produtos diet e light com frequência, mais da metade não sabe a diferença entre os dois tipos de produtos, não tem o hábito de ler o rótulo desses alimentos e também não controla a quantidade ingerida.

Entre os pacientes entrevistados (60 homens e 60 mulheres), todos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a média de idade era de 63 anos e 83,3% tinham sobrepeso ou obesidade.


Os dados foram obtidos por meio de um questionário envolvendo variáveis sociodemográficas, hábitos de vida, história da doença e consumo de produtos dietéticos e adoçantes. A amostra foi composta principalmente por indivíduos com baixa escolaridade.


A nutricionista Paula Barbosa de Oliveira, autora do estudo feito como dissertação de mestrado defendida no Programa Saúde na Comunidade, da USP, com orientação do professor Laércio Joel Franco, alerta que o consumo excessivo desses produtos pode interferir no controle glicêmico e trazer prejuízos para a saúde dos pacientes.


Os alimentos diet são isentos de certos nutrientes encontrados no produto convencional, como açúcar, sódio ou gordura, e são elaborados para pessoas com exigências específicas, enquanto o light apresenta uma redução de, no mínimo, 25% do valor energético total ou de algum nutriente presente no produto convencional.


“O estudo conclui que informações sobre o uso adequado de adoçantes e produtos dietéticos é uma necessidade nas atividades assistenciais aos pacientes com diabetes, nos diversos níveis do SUS”, disse Paula à Agência FAPESP.

Como os indivíduos com diabetes precisam restringir a ingestão de açúcar, segundo ela o uso desses produtos pode suprir o desejo pelo sabor doce sem alterar a glicemia.


“O uso consciente e adequado desses produtos pode restringir o uso de açúcar, facilitar a adesão ao tratamento e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Verificamos, por exemplo, que apenas 41% dos pacientes têm o hábito de ler os rótulos dos produtos”, disse.


O trabalho indicou ainda que, embora não tenham sido observadas diferenças significativas entre homens e mulheres com relação à ingestão de produtos diet e light, os idosos consomem menos açúcares quando comparados com os adultos.


“Em resumo, apesar de usar menos açúcar, os idosos são os maiores consumidores de adoçantes entre todas as faixas etárias, enquanto as mulheres usam mais o adoçante fora de casa e se dizem mais preocupadas com a quantidade utilizada do que os homens”, disse Paula.


A nutricionista destaca que para obter um bom controle metabólico a educação alimentar é um dos pontos fundamentais no tratamento do diabetes, que atualmente apresenta impacto considerável como problema de saúde pública, pela morbidade, mortalidade e altos custos de seu tratamento.


Segundo ela, o uso de adoçantes e alimentos dietéticos é importante para as pessoas com diabetes, apesar de serem dispensáveis na alimentação. “Esse setor tem crescido muito nos últimos anos e, atualmente, 35% dos lares brasileiros consomem algum tipo de produto light ou diet, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos”, disse.


“As estimativas são de que o número de pessoas com diabetes do tipo 2 no mundo passará dos cerca de 135 milhões, em 1995, para 300 milhões em 2025”, apontou.


Fonte: Agência Fapesp

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

DIA DO NUTRICIONISTA



31 DE AGOSTO: DIA DO NUTRICIONISTA!!!

PARABÉNS A ESTE PROFISSIONAL

QUE TRABALHA DIARIAMENTE

NA PROMOÇÃO DE SAÚDE E

BEM-ESTAR DOS CIDADÃOS!!!



quinta-feira, 27 de agosto de 2009

AVEIA... Bastam 3 colheres de sopa por dia!!!

Foi um dos primeiros alimentos a receber o título de funcional - mais do que doar substâncias essenciais ao organismo, ela é nobre o suficiente para prevenir certas doenças.

Além de ser muito versátil para o consumo, o cereal se destaca pelo conjunto da obra - ou melhor de seus nutrientes, dentre eles, se destaca uma fibra chamada betaglucana. Ela confere a aveia a capacidade de evitar males cardiovasculares e reforçar o sistema imunológico.

A betaglucana é fermentada por bactérias no intestino grosso e esse fenômeno atua na formação de moléculas que atuam no combate a micro-organismos nocivos e na redução do colesterol. Além de diminuirem a absorção do colesterol da dieta, as betaglucanas inibem a produção dessa gordura pelo próprio organismo. Livrar as artérias do excedente de colesterol é fundamental para impedir a formação das placas que as obstruem.

A aveia também é capaz de regular a pressão. Ainda não há um consenso a respeito, mas desconfia-se que o benefício seria consequência do corte no colesterol. Com o menor depósito de placas nos vasos, há um controle mais eficiente da pressão.

A aveia é um item básico na mesa de quem quer manter os níveis de açúcar sob controle, pois é rica em fibras. O cereal ajuda a evitar a sobrecarga de glicose e de insulina. As fibras permitem que a glicose seja absorvida de forma lenta e gradual, o que, por sua vez, regulariza a liberação de insulina. Isso despenca a probabilidade de uma pessoa desenvolver resistência à insulina, condição que é a largada para o diabetes tipo 2. Para as pessoas que já tem diabetes, ela também ajuda, pois as fibras diminuem os picos de glicemia.


O cereal também conta com a função de aumentar e prolongar a sensação de saciedade. Ele breca os disparos de insulina. Se a insulina sobra na circulação, o organismo entende que precisa de mais glicose, ou seja, de mais comida. O excesso de insulina também favorece o depósito de gordura corporal. Uma porção de aveia de manhã vai impedir que a fome chegue ligeiro, fazendo com que não se exagere durante o almoço, ou seja, para quem quer perder peso, essa estratégia cai como uma luva.

A betaglucana ainda intensifica a ação das forças imunológicas, diminuindo a chance de infecções. Elas ainda modulam células de defesa que estão envolvidas em processos inflamatórios. Esse nutriente auxilia a barrar inflamações recorrentes, que são um cenário perfeito para diversos males.

A aveia não contém somente betaglucana. Também é fonte de vitaminas e minerais antioxidantes, ou seja, capazes de sequestrar os radicais livres que danificam as nossas células.

Ela é capaz de prevenir tumores, graças as fibras, que salvanguardam o intestino. Elas são capazes de eliminar compostos cancerígenos formados pelo nosso próprio organismo durante a digestão das gorduras. As fibras são festejadas no intestino também porque dão volume ao bolo fecal, facilitando sua expulsão, fazendo com que os compostos nocivos fiquem menos tempo em contato com o intestino, diminuindo a chance de causarem lesões.

A betaglucana é capaz de proteger nosso material genético, pois além de ser antioxidante, ela se acopla a agentes químicos originários da dieta e do cigarro, reduzindo seus danos no DNA. Isso diminui a chance de um gene sofrer mutação e lançar a semente para um tumor germinar.

TIPOS DE AVEIA
FLOCOS: o grão é prensado integralmente, o que conserva seus principais nutrientes.
FARELO: provém da camada externa do grão, e conta com a maior concentração de fibras.
FARINHA: é obtida da parte mais interna do grão, perdendo na carga de fibras. Pode ser uma alternativa à farinha de trigo.

Fonte: Revista Saúde

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dieta para o bem dos olhos


O consumo regular de peixes, redutos de ômega-3, diminui o risco de degeneração macular relacionada à idade, problema que pode levar à cegueira. Altas doses dessa gordura são encontradas na retina e precisam ser constantemente renovadas. Comer pescados no mínimo uma vez por semana já reduz a probabilidade de ver a mácula sofrer.

O ômega-3 é importante para preservar os pequenos vasos que irrigam os olhos e ainda protege a retina contra inflamações. Não são apenas os peixes que merecem entrar no seu prato: as nozes também são guardiãs da visão. O azeite de oliva é outro exemplo. O benefício vem da mistura de gorduras saudáveis e substâncias antioxidantes.

As gorduras benéficas selecionadas para o cardápio ainda mantém um elo com a lubrificação do globo ocular. E quem sobressai de novo é o ômega-3, consagrado no combate ao olho seco.

Os radicais livres, moléculas que, em excesso, danificam as células do corpo, não poupam os olhos. No fundo, a degeneração macular é resultado do acúmulo de oxidação numa porção da retina. Isso é motivo para investir nos antioxidantes, como as vitaminas C das frutas cítricas e E das nozes e castanhas, faz diferença para evitar que a visão enferruje.

Ainda existe a luteína, presente nas folhas verde-escuras, e a zeaxantina, encontrada no milho. Essa dupla protege contra a degeneração macular. Elas se depositam seletivamente na retina, onde se concentra a maior parte dos receptores de luz. Ali, elas também atuam como filtros contra a luz azul, uma readiação que lesa os nervos ópticos.

Na cenoura, na abóbora e no tomate deparamos com o betacaroteno, substância que se transforma em vitamina A dentro do corpo. A vitamina A pronta é oferecida pelo leite, pelos ovos e pelo bife de fígado. Essa vitamina ajuda a manter a lubrificação dos olhos e é componente de um pigmento que nos permite enxergar com pouca luz ou no escuro. A carência do nutriente causa cegueira noturna principalmente entre crianças e, em casos graves, leva à perda total da visão.


O grande vilão da visão é a gordura trans, pois ao longo dos anos, ela multiplica a probabilidade de um indivíduo sofrer de degeneração macular. A trans está ligada a níveis desregulados de gordura no sangue e a processos inflamatórios, condições que aumentam o risco da doença. A degeneração da mácula é marcada pelo aparecimento de vasos sanguíneos anormais e por uma constante inflamação local.

O açúcar é outro fator prejudicial nessa história. São os diabéticos que não controlam os níveis de glicose no sangue os principais alvos de lesões que, no decorrer de décadas, fazem a retina sucumbir. Nessa região, o excesso de glicose propicia a formação de radicais livres e um processo inflamatório que levam a estrutura celular ao colapso.

Exagerar na carne vermelha traz prejuízos aos olhos. O consumo elevado desse tipo de alimento vem associado a altos níveis de compostos nocivos, como as nitrosaminas. Essas substâncias aceleram a oxidação, contribuindo para o surgimento de degeneração macular.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Café, chás, sucos estão no lugar do leite materno


Pesquisa do Ministério da Saúde mostra introdução precoce de outros líquidos que não seja o leite materno na alimentação do bebê. Água (60,4%), chás (16,5%), sucos (37%) e outros leites (48,8%) foram oferecidos às crianças já nos seis primeiros meses de vida, período em que o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo. Além dessas bebidas, foi constatada a ingestão de alimentos não saudáveis como bolachas, refrigerantes e café por crianças com menos de 12 meses. O levantamento foi feito em 27 capitais e em outros 239 municípios, o que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças.

Cerca de 1/4 das crianças, entre 3 e 6 meses, já consumiam comida salgada (21%) e frutas em pedaço ou amassadas (24,4%). A Região Sudeste foi a que apresentou maior percentual de crianças recebendo comida salgada entre 3 e 6 meses de idade (28,9%), superando em mais de três vezes a Região Norte (8,9%).

Em contrapartida, cerca de 27% das crianças entre 6 e 9 meses, período no qual se recomenda a introdução de alimentos sólidos/semi-sólidos na dieta da criança, não recebiam comida salgada. A Região Sudeste também foi a que mais as crianças recebem frutas precocemente, entre 3 e 6 meses (28,3%). A Região Norte apresentou o menor índice (17,5%).

Em relação aos marcadores de alimentação não saudável, constatou-se o consumo elevado, em crianças entre 9 e 12 meses, de café (8,7%), de refrigerantes (11,6%) e, especialmente, de bolachas e/ou salgadinhos (71,7%).


A recomendação do Ministério da Saúde é que o bebê deve se alimentar exclusivamente de leite materno até seis meses de idade. Não há necessidade nem de ingestão de água. Após essa idade, ao introduzir água, por exemplo, deve ser dada em copo e não em mamadeira. Pois tanto a chupeta e a mamadeira acostumam o bebê a sugar de maneira diferente, o que influencia na sucção do leite.

- Aleitamento materno: o tempo médio do período de Aleitamento Materno (AM) no País aumentou um mês e meio: passou de 296 dias, em 1999, para 342 dias, em 2008, nas capitais e Distrito Federal.

- Aleitamento exclusivo: o estudo também revelou um aumento do índice de Aleitamento Materno Exclusivo (AME) em crianças menores de quatro meses. Em 1999, era de 35%, passando para 52% em 2008. Outro resultado importante está relacionado com o aumento na duração do AME nas capitais e Distrito Federal. Em 1999, era de 24 dias e, em 2008, passou a ser de 54 dias.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 28 de julho de 2009

Novas descobertas sobre a Vitamina C

Além de atuar no sistema de defesa, na pele e nas artérias, estudos recém-concluídos revelam que ela pode prevenir a asma e problemas nas articulações.

A vitamina C pode proteger os pulmões de chiados, pois segundo análise de 40 estudos realizados, baixos níveis desta vitamina no sangue elevam em 12% o risco de asma. Uma hipótese é que pessoas que não ingerem a quantidade recomendada provavelmente comem poucas frutas e verduras e muitos produtos processados ou de origem animal. Estes últimos deixam as pessoas mais expostas a fatores alergênicos, e a asma é um processo inflamatório que pode ser desencadeado por estes fatores.

A proteção seria resultado das propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes da vitamina C, freando a degradação das células do corpo. O ácido ascórbico (outro nome da vitamina C) ajuda a prevenir o desenvolvimento de tumores e de problemas cardiovasculares.

Também evita a oxidação do LDL, o colesterol ruim que se acumula nos vasos, e dá um auxílio a outras substâncias. A vitamina C regenera a vitamina E do organismo, permitindo que ela continue atuando como um antioxidante.

Quem consome mais vitamina C tem menos chance de desenvolver a gota, um tipo de inflamação nas articulações mais comum na ala masculina. O que já se sabe é que o ácido ascórbico estimula a excreção de ácido úrico, um agente inflamatório que provoca a doença.

Mas tomar doses exageradas da vitamina na forma de cápsulas para afastar gripes e resfriados pode ser bobagem. Depois de entrar na corrente sanguínea, a vitamina C faz uma parada nas células que precisam de seus atributos, como as da pele, das artérias, do cérebro e, claro, do sistema imunológico. Ela participa de uma série de reações químicas e, em seguida, sem perda de tempo, é eliminada pela urina. O organismo não armazena mais do que necessita.

Por isso, devem ser consumidas fontes de vitamina C diariamente. Não devem ser utilizados suplementos, pois em pouquíssimas situações eles são recomendados.

Ela participa da produção de energia, por meio da queima de gordura, e da fabricação de neurotransmissores e hormônios. Até o desempenho intelectual está relacionado com níveis adequados da vitamina. A sua boa reputação, no entanto, se deve ao poder de brecar o envelhecimento.

O ácido ascórbico é essencial para a síntese de colágeno, uma proteína que fortalece os tecidos.

* Não cozinhe os alimentos fonte, pois pode ser perdido até 100% da vitamina quando o alimentos é submetido a altas temperaturas.

* O nutriente pode resistir por 30 minutos, ou mais, se o suco for guardado na geladeira.

* Se comer pelo menos três porções de fruta o dia, irá com certeza ingerir o necessário. A quantidade necessária para homens é 90mg/dia e para mulheres 75mg/dia.

As principais fontes são: ACEROLA (1 unidade 234 mg); PIMENTÃO AMARELO (1 unidade 231 mg); CAJU (1 unidade 220 mg); GOIABA (1 unidade 218 mg); KIWI (1 unidade 88 mg); MAMÃO (1 fatia média 82 mg); COUVE (4 folhas 73 mg); MORANGO (5 unidades 57 mg); LARANJA (1 unidade 53 mg); LIMÃO (1 unidade 39 mg). O CAMU-CAMU, fruta da família da jabuticaba, que nasce em terras alagadas da Amazônia, possui 322 mg de vitamina C, mas é difícil encontrá-la nas feiras pelo país.

Fonte: REVISTA SAÚDE

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Dislipidemias em escolares

Um artigo publicado no periódico Arquivos Brasileiros de Cardiologia em junho de 2009, cujo objetivo era investigar a prevalência de dislipidemia em crianças e adolescentes da rede particular de ensino na cidade de Belém, mostra dados alarmantes.

Foram investigados 437 escolares, com faixa etária entre 6 e 19 anos. Foram mensurados peso e estatura, para cálculo do índice de massa corporal (IMC) e pregas cutâneas para o cálculo do percentual de gordura. O perfil lipoprotéico sérico foi obtido através da dosagem do colesterol total, triglicerídeo, LDL-colesterol e o HDL-colesterol após 12 horas de jejum, determinado por métodos enzimáticos.

Do total de escolares analisados 126 (28,8%) apresentaram excesso de peso e 158 (36,2%) índice de adiposidade elevado. As crianças (33,6%) apresentaram maior prevalência de obesidade quando comparadas com os adolescentes (10,1%). Em relação às características bioquímicas constatou-se que 214 (49%) apresentaram alguma alteração no perfil lipídico e que as crianças e os adolescentes da faixa de 10 a 15 anos foram os grupos etários que apresentaram maiores taxas de dislipidemia (34,6 e 25,5 %), respectivamente.

Segundo o estudo, esses achados demonstram a importância de se diagnosticar precocemente o possível perfil lipídico, principalmente se este já apresentar associação com outro fator de risco como a obesidade.

É importante o controle de peso durante a infância e adolescência, uma vez que a obesidade, além de ser um fator de risco independente para o desenvolvimento da aterosclerose, pode estar associada a uma série de outros fatores de risco, como hipertensão arterial, diabete melito tipo 2 e dislipidemia.

A associação entre massa corporal e dislipidemia tem múltiplas causas metabólicas: resistência à insulina, hiperinsulinemia, hiperglicemia e aumento da proteína transportadora de ésteres de colesterol secretada pelos adipócitos, entre outros. Tanto o controle do peso corporal como também o da gordura localizada parece ser uma medida eficaz no controle da dislipidemia, com diminuição de LDL-C e aumento de HDL-C, principalmente em meninas.


É necessário que a prevenção da doença ateroesclerótica seja iniciada na infância, e a equipe de saúde deve estar atenta para identificar e intervir precocemente nos seus fatores de risco, a fim de que sejam adotados programas preventivos, que incluam o estímulo à adoção de hábitos alimentares adequados e estilo de vida saudável.


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Receitas para crianças

Abaixo seguem algumas receitas bem atrativas, para aquelas crianças que fazem cara feia para hortaliças.

HAMBURGUER DE CENOURA
Ingredientes
3 cenouras raladas
1 maçã sem casca ralada
1 clara de ovo
1/2 xícara de chá de cebola
3 colheres de sopa de aveia
2 colheres de sopa de salsa
Sal a gosto
1/2 xícara de chá de farinha de rosca
Azeite de oliva para untar

Modo de preparo
Esprema a cenoura para retirar o excesso de suco e misture com a maçã, a clara, a cebola, a aveia e a salsa. Tempere com sal. Faça bolinhas achatadas no formato de hambúrguer. Passe-as na farinha de rosca. Unte uma frigideira antiaderente com o azeite e frite-as.

Rendimento: 8 unidades

BRIGADEIRO DE CENOURA
Ingredientes
1 cenoura ralada no ralo grosso
1 xícara de chá de água
1 1/2 xícara de chá de leite em pó
2 colheres de sopa de Maizena
1/2 xícara de chá de açúcar
1 colher de sopa de margarina
Coco ralado para cobrir
Margarina para untar

Modo de preparo
Bata no liquidificador a cenoura, a água, o leite em pó, a Maizena e o açúcar até que todos os ingredientes estejam incorporados. Transfira para uma panela média, junte a margarina e leve ao fogo baixo, mexendo até aparecer o fundo da panela. Despeje em um prato levemente untado. Deixe esfriar. Com as mãos untadas, faça bolinhas e passe no coco ralado.

Rendimento: 30 unidades

Tanto o brigadeiro quanto o hambúrguer são feitos com cenoura. Além de emprestar seu colorido aos pratos, a receita fica muito mais vitaminada. É que o vegetal está cheio de betacaroteno e esse nome é sinônimo de vitamina A. Quando o betacaroteno entra no organismo, transforma-se nesse importantíssimo nutriente que protege os olhos e a pele.


BOLO DIFERENTE

Ingredientes

3 beterrabas médias
1 xícara de chá de suco de laranja
3 ovos (reserve as claras)
1 xícara de chá de açúcar
2 colheres de sopa de margarina
3 xícaras de chá
de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo

Bata no liquidificador as beterrabas e o suco de laranja até obter uma mistura homogênea. Numa tigela, junte as gemas com o açúcar e a margarina. Acrescente a farinha de trigo e por último as claras em neve e o fermento. Bata bastante. Leve ao forno para assar.

Rendimento: 12 porções

O bolo se tornou mais divertido por causa da beterraba. E ela também acrescentou pitadas de ferro para a preparação. Que fique claro, foram pitadas. É que nem de longe essa raiz contém o ferro de uma carne vermelha. Mas, de pouquinho em pouquinho, a anemia fica cada vez mais longe. Além desse mineral, o vegetal oferece vitaminas do complexo B que são importantes para o aproveitamento de outros nutrientes, ajudando a manter tudo na mais perfeita ordem.


PANQUECA DE TOMATE E SALSA

Ingredientes

1 copo de leite
1 copo de farinha de trigo
1 pitada de sal
1 ovo inteiro
1 colher de molho de tomates
1/2 copo de tomate picado sem sementes
6 ramos grandes de salsa picados
Margarina suficiente para untar a frigideira

Recheio

400 gramas de carne moída
1 cebola pequena
1 dente de alho
Sal a gosto

Modo de preparo

Bata no liquidificador o leite, a farinha de trigo, o sal e o ovo. Separe a massa em três porções. Na primeira misture o molho de tomates. Na segunda, o tomate picado e na terceira a salsa picada. Frite as três em uma frigideira previamente untada com margarina. Refogue a carne moída com os temperos Coloque o recheio e enrole as panquecas.

Rendimento: 3 porções


CESTINHAS CRIATIVAS

Ingredientes

2 tomates médios
1 talo médio de salsão
1 xícara de chá de milho ou ervilha
2 colheres de sopa de iogurte
1 pitada de sal

Modo de preparo

Lave os tomates e o talo de salsão em água corrente. Depois de escorrer bem a água, seque-os com toalha de papel. Parta os tomates ao meio para formar as quatro cestas. Tire as sementes e reserve. Pique o salsão em pedaços pequenos e coloque em uma tigela. Misture o milho, o iogurte e o sal. Distribua a mistura dentro dos tomates. No recheio você pode usar também maionese, presunto picado, cenoura ralada, atum ou os ingredientes de sua preferência.

Rendimento: 4 porções

O fruto que aparece nestas receitas é fonte de vitamina C. E esse nutriente é pra lá de importante para o funcionamento do sistema imunológico. O tomate também contribui com potássio, um mineral que preserva a saúde de todos os músculos, inclusive o cardíaco. De quebra, esse vegetal oferece o licopeno, uma substância que está cada dia mais famosa pela sua capacidade de afastar tumores.

Fonte: Revista Saúde

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Café contra Alzheimer

Café para o tratamento de Alzheimer? É o que descrevem dois artigos publicados neste domingo no Journal of Alzheimer's Disease. Os trabalhos por enquanto foram feitos apenas em camundongos, mas os resultados deixaram os autores otimistas.

Segundo o grupo internacional de pesquisadores responsável pelos dois estudos complementares, a ingestão de cafeína levou à redução de níveis anormais de placas amiloides – depósitos de proteínas que danificam nervos no cérebro e são características da doença – tanto no sangue como no cérebro de camundongos.


Os estudos foram baseados em trabalhos anteriores feitos no Centro de Pesquisa sobre a Doença de Alzheimer da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, os quais mostraram que a administração de cafeína no início da vida adulta preveniu a manifestação de problemas de memória em camundongos modificados geneticamente para desenvolver sintomas de Alzheimer quando idosos.


“Os novos resultados fornecem evidência de que a cafeína pode ser uma alternativa viável para o tratamento da doença já estabelecida, e não apenas como uma estratégia preventiva. Isso é muito importante, pois o consumo de cafeína é seguro para a maioria das pessoas, ela entra facilmente no cérebro e aparentemente afeta diretamente o processo da doença”, disse Gary Arendash, da Universidade do Sul da Flórida, um dos coordenadores das pesquisas.


Com base nos resultados animadores, os cientistas esperam começar em breve testes em humanos para avaliar se a cafeína pode beneficiar pacientes com prejuízo cognitivo suave ou Alzheimer em estágio inicial.


Os pesquisadores haviam determinado em trabalho anterior que a administração de cafeína em idosos sem sinais de demência altera rapidamente os níveis de beta-amiloide (proteína responsável pela formação da placa) no sangue, da mesma forma como foi verificada em testes com animais.


O grupo se interessou em investigar o potencial da cafeína há alguns anos, após a publicação de um estudo feito em Portugal que apontou que pessoas com Alzheimer haviam consumido menos café nos 20 anos anteriores do que outros sem a doença.


Desde então, diversos estudos clínicos não controlados apontaram que o consumo moderado de café poderia proteger contra o declínio da memória que ocorre normalmente durante o envelhecimento. Os novos estudos, controlados, permitiram isolar efeitos da cafeína de outros fatores, como dieta ou exercício, segundo os autores.


Os trabalhos foram feitos em 55 camundongos geneticamente alterados para desenvolver problemas de memória, simulando Alzheimer, à medida que envelheciam.


Depois que testes comportamentais confirmaram que os animais apresentavam sinais de déficits de memória por volta dos 18 meses – que correspondem aos 70 anos em humanos –, os pesquisadores dividiram os camundongos em dois grupos, um dos quais passou a receber café junto com a água que bebiam.


Os roedores ingeriram cerca de 500 miligramas de café por dia, o equivalente a um pouco mais de dois expressos. Após os dois meses da pesquisa, o grupo que ingeriu café se saiu bem melhor do que o outro em testes para avaliar a memória.


De acordo com os pesquisadores, a análise dos cérebros dos camundongos que consumiu café mostrou uma redução de quase 50% nos níveis de beta-amiloide.


Outro experimento do mesmo grupo indicou que a cafeína aparentemente restaura a memória ao reduzir as quantidades de enzimas necessárias para a produção da beta-amiloide. Os autores estimam que a cafeína deve suprimir as alterações inflamatórias no cérebro que levam à abundância de beta-amiloide.


Se a cafeína teve importante ação nos animais doentes, o mesmo não ocorreu em outro experimento feito com exemplares saudáveis. Nesses, a administração da substância não levou a uma melhoria da memória.


Fonte: Agência FAPESP

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Inacreditável!!!


Olha, sanduíche de 1.000 kcal (ou seja, a metade da cota que podemos ingerir ao dia) já é inacreditável, mas isso não é nada!!!

Na nova lanchonete Heart Attack Grill (grelhado do ataque cardíaco), cujo slogan é "sabor pelo qual vale a pena morrer", um sanduíche pode ter até 8.000 kcal (valor suficiente para um adulto médio viver por 4 dias sem consumir mais nada). E se você pesar mais de 160 kg ainda pode comer de graça.

O restaurante oferece ainda a opção de refrigerantes, batatas fritas (na banha, é claro) e o que nenhuma outra rede de fast food oferece: cigarros. É a dieta do ataque cardíaco mesmo! No restaurante, as garçonetes vestem-se como sensuais enfermeiras como forma de atrair fregueses.

UM COMPLETO ABSURDO!!!!!